Em Campinas lixão vai virar energia

Em Campinas lixão vai virar energia

Lixões e aterros sanitários são problemas ambientais porque emitem gás metano, um importante gás de efeito estufa que contribui para o aquecimento global.

Abordamos recentemente um projeto adotado pela California, nos Estados Unidos, que faz do desperdício de alimento um recurso para gerar energia, um modelo a ser replicado em todo o mundo.

Agora em Campinas, estado de São Paulo, existe um projeto para a implantação de uma Unidade de Recuperação Energética – URE.  O objetivo é realizar um tratamento térmico diário de 650 toneladas de lixo – produzido nas cidades de Capivari, Elias Fausto, Hortolândia, Nova Odessa, Monte Mor, Sumaré e Santa Bárbara d’Oeste, com uma população total de 910 mil habitantes – para obtenção de energia.

O projeto ainda prevê soluções sanitárias e ambientais pela adoção de estruturas e equipamentos de triagem e coleta seletiva de resíduos.

O projeto

Com um investimento orçado em R$ 500 milhões, a URE deve ocupar uma área do distrito industrial de Nova Odessa, às margens da Via Anhanguera. O início da sua construção está previsto para o segundo semestre de 2022, sendo concluído até 2025.

A geração de energia tem potencial de atingir 160 mil MVh/ano, abastecendo toda a região contemplada no projeto.

O uso da tecnologia no projeto viabilizará a reciclagem de 99% dos resíduos tratados, reduzindo e eliminando a contaminação do solo e lençóis freáticos, além dos riscos de doenças provocadas por animais e insetos.

E todo o resíduo após o tratamento será destinado a compor a matéria prima asfáltica e de concreto favorecendo as construções da região.

Nesse projeto ocorrerá uma inclusão de catadores de recicláveis em cooperativas, com a geração e centenas de empregos diretos, desde o início até a manutenção do projeto.

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