Quem é vírus sempre aparece: OMS diz que coronavírus pode nunca mais desaparecer

Gripezinha, pneumonia misteriosa, epidemia… até virar pandemia, demorou pra ficha cair até para a OMS. E agora com os europeus afrouxando o lockdown, na pressa de cantar vitória, o vírus retorna em Seul e Wuhan.

Parece que a OMS decidiu lavar as mãos em público: é melhor exagerar do que pecar pela tranquilidade com a qual veio lidando com o novo coronavirus até agora. Tenha em mente que a OMS declarou pandemia somente em 11 de março. Antes disso, a Alemanha já havia percebido por si só, que estávamos falando de uma epidemia mundial (ou seja, pandemia) enquanto a OMS dormia esperando novos números.

A cada dia que passa parece que a luz no fim do túnel se distancia. Enquanto o norte global esperava que o vírus se enfraquecesse com o calor, veio Manaus nos dizer que o vírus é resistente.

Agora a OMS anuncia: quem é vírus sempre aparece. É bom que a organização explique bem tudinho porque há quem esteja começando a desconfiar de sua (in)competência. Teria a OMS feito um complô com a China para abafar a gravidade do coronavírus? Parece improvável, por que o faria? Seria questão de otimismo, de negacionismo ou do quê?

Fato é que agora é salve-se quem puder, tanto é que a OMS decidiu declarar que isso tudo aí que você está vendo, pode não ter fim mesmo:

“Temos um novo vírus se inserindo na população humana pela primeira vez e, portanto, é muito difícil prever quando o venceremos”.

“É importante deixar isso claro: esse vírus pode se tornar apenas outros vírus endêmico em nossas comunidades, e pode nunca mais desaparecer”, disse Michael Ryan, diretor de emergências da OMS, em coletiva de imprensa virtual em Genebra.

Ou seja, para quem está se perguntando quando isso vai acabar, a resposta pode ser… nunca. O prefeito de Limeira parece que tinha razão: “todos nós seremos contaminados”.

De qualquer forma, existem muitos nós nessa história que precisam ser desatados. Não foram poucos os cientistas que previram, e ainda preveem, mais pandemias no horizonte. Investigar os fatos é preciso não para encontrar culpados (até porque o estrago está feito e não há como voltar atrás) mas é preciso aprender com a história, para que erros não se repitam!

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Ingressou no curso de Ecologia pela UNESP e formou-se em Direito pela UNIMEP. É redatora-chefe e co-founder de GreenMe Brasil.
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