Quando me amei de verdade: a belíssima poesia (não) de Charles Chaplin

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Charles Chaplin era um homem que apreciava muito as várias formas de transmitir cultura e, justamente por seu amor à arte e ao conhecimento, ele contribuiu para que o poema “Quando me amei de verdade” se tornasse tão famoso, rompendo barreiras e chegando em vários lugares mundo afora.

Isso se deu quando ele, aos 70 anos de idade, fez uma adaptação livre de um trecho desse poema escrito pela autora Kim McMillen.

A mensagem sábia contida nesse poema foi uma entre tantas que foram transmitidas por Charles Chaplin que era um difusor do conhecimento e da sabedoria.

O célebre e versátil Charles Chaplin faleceu em 25 de Dezembro de 1977 e deixou seu legado, realmente vivendo, amando e experienciando a Vida. Ele foi um poema em carne e osso!

Origem do poema

Com relação à origem do poema “Quando me amei de verdade” (When I loved Myself Enought), dizem que ele fora descoberto em um caderninho de reflexões sobre a vida escrito por Kim McMillen. Após ela morrer, aos 52 anos, sua filha Alison McMillem fez uma edição artesanal do poema para presentear parentes e amigos e, assim, prestar uma homenagem à memória de sua mãe.

O livro foi passando de mãos em mãos e tocando mentes e corações, entre os quais o de Charles Chaplin. E foi assim que Quando me Amei de Verdade ficou conhecido e se tornou um sucesso.

No Brasil, este livro foi traduzido para o português por Iva Sofia Gonçalves Lima e editado pela Editora Sextante em 2003.

Um simples poema e uma verdade profunda

Esse simples poema contém verdades e ensinamentos de vida sobre os quais vale a pena refletir. Confira!

Quando me amei de verdade

Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância, eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E então, pude relaxar.                                                                                                                                             Hoje sei que isso tem nome: Autoestima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia, meu sofrimento emocional, não passa de um sinal de que estou indo contra minhas verdades.
Hoje sei que isso é: Autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento.
Hoje chamo isso de: Amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo.
Hoje sei que o nome disso é: Respeito.

Quando me amei de verdade comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável. Pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início minha razão chamou essa atitude de egoísmo.
Hoje sei que se chama: Amor próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro.
Hoje faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo.
Hoje sei que isso é: Simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei muitas menos vezes.
Hoje descobri a: Humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de preocupar com o futuro. Agora, me mantenho no presente, que é onde a vida acontece.
Hoje vivo um dia de cada vez.                                                                                                                                                          Isso é: Plenitude.

Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada.
Tudo isso é: Saber viver!

Como amar o próximo, sem antes conhecer o amor em si mesmo?

Este poema é um chamado para despertar a autoestima e o amor próprio e, por isso, se tornou uma verdade universal que nos recorda que nosso tempo na Terra é limitado e precisamos valorizá-lo, amando-nos e vivendo com mais consciência!

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Professora, alfabetizadora, formada em História pela Universidade Santa Cecília, tem o blog A Vida nos fala e escreve para GreenMe desde 2017.
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