Saúde e bem-estar

Câncer de ovário: novo estudo descobre o caminho para impedir recorrências

Câncer de ovário
  • por Eliane A Oliveira

Um método para bloquear recidivas de tumores epiteliais de ovário, resistentes à quimioterapia pós-intervenção, acaba de ser descoberto. Cientistas italianos identificaram o gene que torna as células desse tipo de tumor resistentes, bem como uma molécula capaz de inibi-lo.

Sarampo: sintomas, prevenção e tempo de cura

Measles morbillivirus
  • por Cíntia Ferreira

O sarampo já foi considerado praticamente erradicado no Brasil, mas voltou a aparecer nos últimos anos. Embora tenha caído consideravelmente, os casos preocupam, pois é uma doença altamente contagiosa, por isso fala-se de um surto de sarampo que vem preocupando a população e as autoridades de saúde pública. Vejamos hoje quais são os sintomas do sarampo, os tratamentos e como prevenir.

O câncer se tornará curável nos próximos 10 anos graças aos tratamentos darwinianos

Pesquisa-câncer
  • por Eliane A Oliveira

Notícias encorajadoras sobre a luta contra o câncer acabam de chegar de Londres, dos cientistas do ICR (Instituto Inglês de Pesquisa do Câncer) que acreditam seriamente que o câncer será "administrável" e "mais curável" até a próxima década, graças aos medicamentos que podem impedir que as células cancerosas se tornem resistentes aos tratamentos.

Surto de sarampo volta a assustar a população brasileira

Measles morbillivirus
  • por Cíntia Ferreira

Uma doença que já foi considerada quase erradicada voltou a causar preocupação no Brasil. O sarampo, que é causado por um vírus (o Measles morbillivirus) e provoca inflamação generalizada nos vasos sanguíneos, voltou a aparecer, primeiramente em regiões do Norte e Nordeste e depois em São Paulo.

Picada de cobra: epidemia escondida. Números impressionam. Mortes e paralisias

mamba-negra
  • por Eliane A Oliveira

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), os casos de morte por picadas de cobras venenosas no mundo ultrapassam a estimativa de 138 mil pessoas por ano. Este já é um número elevado, mas a OMS acredita que ainda não seja real, pois existem muitos casos que não são registrados, em regiões em que elas são mais frequentes. Ou seja, não entram para as estatísticas.