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Crueldade animal: 10 práticas horríveis que a China deve abolir

Crueldade animal: 10 práticas horríveis que a China deve abolir

Apesar da tendência internacional cada vez maior em abolir as práticas de maus-tratos e abuso contra os animais, a China ainda é ligada aos seus costumes ultrapassados, muitas vezes favorecidos por lacunas legislativas no campo dos direitos dos animais. Quais são as práticas mais horríveis que devem ser abolidas naquele país?

Antes de enumerá-las, devemos dizer, no entanto, que no país asiático existem muitos indivíduos, grupos e organizações que trabalham duro todos os dias para proteger os animais abusados ​​e explorados. Assim como é igualmente verdade que em todo o mundo existem animais de toda espécie explorados para o lucro.

Mesmo em nosso amado Brasil, onde vitórias como a dos chinchilas se verificam mas precisam ser ampliadas, para todo o território e envolvendo outros tipos de abuso como os testes em animais, a rinha de galo, os rodeios etc.

1. Mercado de carne de cachorro

Estima-se que a cada dia cerca de 30 mil cães são mortos na China por sua carne ou pele. É um negócio que vale mais do que dez milhões de euros por ano. Comer carne de cachorro é particularmente popular no nordeste do país, na fronteira com a Coreia do Sul, mas também em áreas do sul, como Guizhou, Guangxi e Guangdong.

Leis que protegem os cães?  A China começa a proibir o consumo de carne de cachorro após a pandemia de coronavírus mas a prática ainda é muito difundida pois é uma tradição. E não é só carne de gato, cachorro, é carne de animais selvagens como cobras, morcegos e tudo o mais.

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2. Chaveiro com os peixes

O chaveiro com um pequenas tartarugas brasileiras e peixes vivos, em um saco plástico selado e preenchido com um líquido colorido. Esse fenômeno não é recente e levado ao conhecimento do mundo anos atrás, com uma série de artigos sobre jornais internacionais. A web se indignou, existem vários vídeos perturbadores no YouTube que estão pulando de blog em blog e nas redes sociais. Se é difícil imaginar qual foi a mente “criativa” que inventou uma coisa dessas, fica mais difícil imaginar que exista tanta gente que compre. É de chorar!

3. Ursos nas fazendas de bile

Capturados com armadilhas que muitas vezes lhes causam mutilações terríveis. Imobilizados em gaiolas do tamanho do seu corpo, que deformam os ossos e atrofiam seus membros, e um catéter enferrujado inserido na sua vesícula biliar para extrair duas vezes por dia o suco biliar que servirá para fazer medicamentos, pomadas, refrigerantes e shampoos. Eles permanecerão nessa condição por 20, 30 anos ou o quanto durarem suas vidas, até a morte, causada por infecções, a dor psíquica, malformações dos ossos e desnutrição. É o triste destino dos ursos negros asiáticos, mais conhecido como ursos-da-lua.

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4. Camelos mutilados para mendigar

Camelos com evidentes lesões e mutilações. Aconteceu na China anos atrás. Os animais foram vistos em diferentes cidades incluindo Guangzhou, Shenzhen, Wenzhou, Shaoxing, Xiamen, Fuzhou, Jiujiang e Hefei. Eles foram usados para causarem pena (e ganhar dinheiro) aos olhos dos transeuntes.

5. Cães pintados de panda

É mais um dos delírios insanos da China: os Chow Chow pintados para fazê-los parecer como pandas. O proprietário de uma loja de animais em Chengdu, capital da província de Sichuan, Chen Hsin, disse que mesmo ele não dava conta das demandas dos proprietários que queriam transformar seus amigos de quatro patas no animal em perigo de extinção, emblema nacional do país.

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6. Porcos clonados

Na China, em Shenzhen, existe um “forno” que “produz” cerca de 500 porcos por ano. A empresa, chamada BGI, implanta diariamente embriões clonados em duas porcas. Clones e clones de clones são criados e usados ​​para testar novas drogas.

7. Animais vendidos vivos

É a tal da carne fresca, comprar animal vivo para garantir seu frescor, uma prática muito comum na China que ficou famosa com a pandemia, pois acredita-se que foi de um mercado de carne fresca que surgiu o coronavírus causador da Covid-19.

A prática é tão comum que em 2007 a rede de supermercados britânica Tesco abriu uma filial na China onde eram vendidos, além de peixes e rãs, tartarugas também vivas. Os animais eram capturados com redes estreitas e exibidos nas prateleiras por horas ou dias sem comida e água, são dissecados vivos sem misericórdia antes de serem vendidos e acabarem nas panelas. Haja estômago!

8. Vinho de osso de tigre

Um elixir afrodisíaco “maravilhoso e milagroso” envolto em garrafas caras vendidas por centenas de dólares cada. Este é o “vinho do tigre“, um muito popular da medicina tradicional chinesa, feito a partir de pedaços de ossos quebrados do majestoso e fascinante animal de manto listrado, deixados a macerar durante anos em um licor feito de arroz. Para cada quilo de ossos do formidável predador, se obtém cerca de 15 litros de vinho.

Mas não é só tigre. Na medicina tradicional chinesa tudo faz milagre, cavalo-marinho, pangolim, etc.

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9. Guaxinins esfolados vivos para a retirada da pele

Se por trás da confecção das botas trendy da marca UGG na Austrália se esconde o uso de pele de milhares de ovelhas australianas, quem está por trás do mercado de falsificação das peles é a China, e se possível, ainda pior. Do macio, confortável e acessível “simil-UGG” escorre um longo rio de sangue e sofrimento incalculável para milhares de cães-guaxinins bonitos, engraçados e doces, culpados apenas por terem uma pele macia e quente.

10. Lã de coelhos angorá

É horrível o tratamento geralmente reservado para os coelhos angorá na China, um país que responde por 90% do mercado global da pele deste animal. A cada três meses, na verdade, o animal é literalmente escalpelado, em meio a gritos de dor e medo. Imediatamente depois, são jogados em pequenas, gaiolas sujas e vazias, sem sequer a companhia de outros coelhos. Quando atingem uma idade de entre 2 e 5 anos, aqueles que sobreviveram são pendurados de cabeça para baixo. Suas gargantas são cortadas e seus corpos vendidos.

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