Emagrecer: como driblar a genética fazendo os exercícios certos

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jogging

Você gostaria de emagrecer por saúde, ou perder peso por questões estéticas, mas não consegue? A genética pode estar atrapalhando você a conquistar o seu objetivo. Mas, ainda assim, é você quem pode mudar as regras do jogo e perder os quilos almejados.

Algumas atividades físicas têm um resultado mais eficaz para fins de emagrecimento. É o que revela um novo estudo feito pela Universidade de Taiwan, que mostra 6 modalidades esportivas como as melhores para o controle da obesidade e do sobrepeso.

Corrida e 5 outros exercícios que evitam o ganho de peso, apesar dos "genes da obesidade"

A ciência já havia confirmado como a genética interfere na obesidade e no sobrepeso, independentemente de dieta e prática de exercício físico. O que a nova pesquisa revela é que possível “enganar” a nossa informação genética.

O experimento contou com a participação de 18 mil pessoas, com idade entre 30 e 70 anos, que praticaram as seguintes atividades:

  • corrida,
  • ciclismo de montanha,
  • caminhada,
  • marcha atlética,
  • dança e
  • ioga.

O estudo, publicado na revista PLoS Genetics, afirma que a atividade conhecida como jogging (corrida mais pausada) é a melhor para controlar a obesidade.

Embora as seis modalidades contribuam para a diminuição do Índice de Massa Corporal (IMC) em pessoas com a genética mais propícia à obesidade, algumas ressalvas são feitas pelos pesquisadores. O ciclismo, os alongamentos e a natação, segundo Wan-Yu Lin, líder do grupo de pesquisa, não evitam os efeitos da genética sobre a obesidade, além de terem suas particularidades sobre o organismo: “os alongamentos consomem menos energia e a natação estimula o apetite”.

Como e quanto praticar

Além disso, para serem realmente eficazes, os exercícios dessas modalidades devem ser praticados regularmente ao menos três vezes por semana durante, no mínimo, 30 minutos.

A diferença dessa pesquisa da Universidade de Taiwan para as precedentes é que estas analisavam apenas o IMC como índice de obesidade.

“Até agora se examinava só esse fator porque é fácil de calcular, mas levando em consideração somente o peso e a altura se exclui a porcentagem de gordura que existe no corpo”, explica Wan-Yu Lin.

Outros indicadores de obesidade

Este novo estudo considerou outros indicadores de obesidade: perímetro da cintura e quadril, IMC, porcentagem de gordura corporal e relação entre cintura e quadril.

A razão dessa abrangência é que a obesidade é um problema multifatorial e, por isso, tão complexa de ser tratada. O ganho da pesquisa é apontar as melhores atividades físicas para aqueles que precisam perder peso, já que a obesidade e o sobrepeso causam cerca 2,8 milhões de mortes no mundo, anualmente, de acordo com dados da Organização Mundial de Saúde (OMS).

De qualquer forma, a prática regular de exercícios físicos provoca bem à saúde mental e física, sendo, portanto, fundamental, para o nosso bem-estar.

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