O novo cigarro: máscaras e luvas por todo lugar. O lixo humano é irremediável

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No começo da pandemia todo mundo achava que a Mãe Natureza tinha vindo dar o recado e que seus filhos teriam aprendido: é preciso preservar nossa casa, cuidar do bem comum para que todos se beneficiem de um planeta habitável e saudável, hoje e futuramente. Ledo engano!

O lixo humano é irremediável, inexorável e imutável. Nada adianta, nem guerras nem pandemias, nada é capaz de fazer com que o Deus Dinheiro tenha menos devotos fieis:

quebrou, compra outro

usou, joga fora

não serve, se livra

E vamos nos enchendo de lixo que não tem onde jogar fora, porque o fora não existe.

Agora, máscaras e luvas são os novos cigarros que se juntam às velhas bitucas e vamos que vamos, poluindo hoje e sempre, sem que nenhuma lição tenha sido aprendida.

Que triste não é mesmo? A reclamação vem do mundo inteiro.

“Esta quarentena forçada deve nos fazer refletir sobre as nossas ações, luvas e máscaras por todo o lugar. Você não pode ser assim egoísta”.

“Não devemos virar o novo vírus do Planeta Terra porque em um momento de emergência jogar luvas e máscaras no chão é uma forma de egoísmo e uma falta de respeito ao próximo e ao Planeta”, o post é do hospital infantil Bambino Gesu em Roma.

“Máscaras faciais e luvas estão se tornando um risco ambiental, terminando em ruas e parques e, eventualmente, em nossos sistemas de esgoto. É tão importante, agora mais do que nunca, que protejamos nosso meio ambiente. Para fazer isso, devemos ter certeza de jogar nossas máscaras e luvas em um saco de lixo amarrado com segurança e jogá-lo no lixo. Lembre-se, não tente reciclá-los.”

Faça a sua parte

Faça você mesmo sua máscara de pano contra o coronavírus, laváveis e reutlizáveis. Se tiver que usar máscaras e luvas descartáveis, descarte-as no lugar correto e em segurança para evitar a disseminação do vírus.

Se as coisas continuarem como estão, talvez mereceremos sim a extinção. Somos vergonhosamente a pior espécie da Terra.

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Ingressou no curso de Ecologia pela UNESP e formou-se em Direito pela UNIMEP. É redatora-chefe e co-founder de GreenMe Brasil.
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