Ela construiu um hospital para cuidar de crianças órfãs no Quênia

Ela construiu um hospital para cuidar de crianças órfãs no Quênia

Muito se fala, hoje em dia, sobre propósito de vida. Palestras, workshops, livros e cursos on-line sobre o tema costumam atrair jovens e adultos das classes mais altas. Para muitos deles, os sonhos de seus pais e avós – carro, casa própria, família Doriana – já não bastam. Uma expressão em inglês busca definir esse sentimento de época: “meaning is the new money”. Ou, em bom português, o sentido é o novo dinheiro.

Na busca de sentido e propósito, muitos se voltam para si. Mas Amy Hehre descobriu sua missão no mundo ao olhar para o outro. Aos 19 anos, ao tomar conhecimento dos sofrimentos a que crianças africanas eram submetidas, ela decidiu que criaria seu próprio hospital.

Desde então, tratou de colocar o plano em execução: formou-se no Programa de Estudos de Assistência Médica da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos, e, contando com a parceria de seu marido, seis anos depois fundou o Hospital Infantil OVI, sem fins lucrativos. A instituição atende à crianças órfãs com doenças terminais no Quênia.

A missão torna Amy uma testemunha diária do sofrimento de crianças que lutam contra a desnutrição, a malária, o câncer e o vírus HIV. Ela contou sua história no site love What Matters, e falou sobre diversas crianças que passaram pelos seus braços e admitiu que, apesar de viver seu sonho, muitas vezes achou que não teria forças para prosseguir:

“Embora esta vida seja meu sonho e minha paixão absoluta, sou a primeira a lhe dizer que não é fácil. Devemos consistentemente caminhar através de tremendas provações, perdas e julgamentos.”

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