Emma Yang, 14 anos, cria um App para melhorar a vida de pessoas com Alzheimer

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Emma Yang

Emma Yang é uma jovem garota nascida em Hong Kong, muito inteligente, engajada e com muitas habilidades. Ela toca piano, fala várias línguas e desenvolve conhecimentos nas áreas de tecnologia e ciências da computação. 

Desde os 6 anos de idade, ela vem se aprimorando em tecnologia digital e, aos 12 anos, pensou em como ajudar sua avó, acometida com Alzheimer. Seu pai, um desenvolvedor de programas de computador, a incentivou a produzir programas na plataforma de criação visual Scratch.

A partir de então, a garota produziu vários jogos e websites até que, com 14 anos, projetou um aplicativo móvel para auxiliar pacientes com Alzheimer a reconhecerem seus familiares.

O que motivou a Emma Yang a ter essa ideia, foi ver sua avó sofrendo com os efeitos dessa doença neurodegenerativa, que desencadeia a perda da memória.

O nome do aplicativo é Timeless e funciona através do reconhecimento facial que serve para que pessoas que sofrem de Alzheimer possam relembrar fatos e reconhecer pessoas, através do acesso do paciente aos dados dos familiares. O aplicativo, por exemplo, contém uma agenda telefônica com imagens dos contatos para facilitar a pessoa com Alzheimer de fazer ligações para quem ela quiser.

O Timeless conta com as parcerias de um desenvolvedor alemão; do suporte técnico da startup Kairos, especializada em reconhecimento facial e de uma designer norte-americana.

Emma Yang palestrou sobre sua criação no Ted x Talks (Conferências sobre Tecnologia, Entretenimento e Planejamento).

A criação da jovem despertou a atenção de Bill Gates, fundador da Microsoft, que compartilhou em seu perfil no Twitter uma matéria sobre Emma Yang.

Para saber os resultados da utilização desse aplicativo pelos pacientes de Alzheimer, através de pesquisas e acompanhamentos com o objetivo de aprimorar essa ferramenta digital, Emma Yang está com uma campanha de financiamento coletivo visando angariar a verba necessária para isso.

Façamos votos de que a invenção dessa jovem venha a se tornar efetivamente um meio de ajudar as pessoas com Alzheimer a driblarem os esquecimentos e a exercitarem mais a memória, melhorando assim a interação delas com as pessoas a sua volta.

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