Esperança: tumor poderá ser detectado bem antes de evoluir para o câncer

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O câncer é uma doença enigmática para a ciência. Um tumor pode se desenvolver em qualquer parte do corpo, apresentar-se sob diversas formas e suscitar tratamentos diversos.

Estima-se que uma em cada três pessoas irá desenvolver câncer ao longo da vida – sendo que a maioria será curada pelos tratamentos existentes. A chance desse êxito está relacionada ao diagnóstico precoce da doença: cerca de 9 em cada 10 pacientes têm um prognóstico positivo, caso o tumor seja detectado nos estágios iniciais, enquanto apenas 1 em cada 4 tem um bom prognóstico se o diagnóstico ocorrer em estágios avançados, informa El Pais.

Descobrindo 4 anos antes

Por isso, a genética tem se dedicado tanto a prever o desenvolvimento de um câncer. Um estudo recente acaba de conseguir detectar cinco tipos de câncer (esôfago, estômago, pulmão, fígado e cólon) até quatro anos antes do diagnóstico feito pelos métodos atuais.

Publicado na revista Nature Communications, o estudo, realizado por uma equipe de pesquisadores chineses e norte-americanos, embora esteja em fase inicial, apresenta resultados promissores.

Os pesquisadores criaram um método eficaz de diagnóstico chamado Panseer, que é capaz de detectar sinais de câncer no plasma de pacientes previamente saudáveis, mas que seriam diagnosticados com câncer quatro anos depois – a confiabilidade desse diagnóstico foi de 90%.

Esperança

A detecção precoce dos cinco tipos de tumor investigados poderia ajudar a reduzir o número de mortes dos pacientes, bem como promover uma grande economia em tratamentos de saúde, segundo os pesquisadores.

A grande dificuldade, hoje, desse tipo de pesquisa é que ela é onerosa e de difícil aplicação em larga escala. Entretanto, os avanços tecnológicos têm permitido torná-las mais baratas para que sejam mais acessíveis. Tomara que isso ocorra logo!

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É doutora em Estudos de Linguagem, já foi professora de português e espanhol, adora ler e escrever, interessa-se pela temática ambiental e, por isso, escreve para o GreenMe desde 2015.
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