Tecido anti-Covid-19 já é realidade no Brasil. Produção de camisetas, uniformes e toalhas a todo vapor

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Já falamos aqui sobre uma empresa paulista que, em parceria com a FAPESP, desenvolveu um tecido capaz de eliminar o SARS-CoV-2, após dois minutos que o vírus entra em contato com a superfície da roupa ou vestimenta, utilizando tecnologia de nanopartículas de prata.

Agora, a pesquisa foi concretizada e já está dando resultado.

Uma fábrica no interior paulista, na cidade de Sorocaba, está em pleno vapor produzindo o tecido em grande escala. Eles iniciaram, em fase de teste, fabricando 60 mil metros, no início de junho, e agora já pretendem chegar a 500 mil metros, até o final de julho.

Assim, roupas feitas de tecido anti-Covid-19, camisetas, uniformes, máscaras, luvas, toalhas e muitos outros produtos, já são uma realidade e estão sendo confeccionados por dezenas de pessoas.

Segundo Yuri Alves Gricheno, sócio-fundador da Insider, uma fábrica de roupas,

“A nossa demanda aumentou três a quatro vezes de um mês para o outro”.

Realidade brasileira

Um projeto que capacita mulheres como costureiras, “Costurando Sonhos”, em Paraisópolis, na zona oeste de São Paulo, também aumentou o número de trabalhadoras para atender a demanda de confeccionar 3 mil máscaras com o tecido anti-Covid-19.

Um restaurante em São Paulo já disponibiliza uniforme, luvas e máscaras aos funcionários e as toalhas de mesa são todas feitas com o tecido antivírus.

A solução de micropartículas de prata presente na superfície do tecido é capaz de eliminar não só o coronavírus, como também 99% das bactérias, fungos e vírus.

Uma forma de prevenção com resultado muito eficiente.

São grandes feitos dos pesquisadores que lutam incansavelmente para proporcionar melhores condições de enfrentamento da doença. Essas descobertas são de grande inspiram outros projetos.

E assim, as pesquisas não param.

O Centro de Tecnologia da Indústria Química e Têxtil do SENAI, em parceria com a Fiocruz, desenvolveu um componente químico orgânico que também consegue inativar mais de 99% das partículas virais do coronavírus.

Segundo um vídeo publicado no Facebook,

“O SENAI, Fiocruz e Diklatex se uniram para o desenvolvimento de um tecido capaz de neutralizar o novo coronavírus. Os testes preliminares realizados no início de junho demonstraram que amostras do tecido foram capazes de inativar mais de 99% das partículas virais respiratórias do sarampo e da caxumba. Após testar positivamente para os dois vírus, os pesquisadores chegaram à confirmação da mesma eficácia para a Covid-19”.

Adriano Passos, coordenador da plataforma de fibras do SENAI, afirma que o tecido desenvolvido por eles

“apresenta um diferencial interessante porque isento de metais e de fácil aplicação dentro do processo industrial de fabricação”.

A expectativa dos pesquisadores é produzir mais de 600 mil peças por mês, como máscaras, aventais e roupas de proteção.

Outro exemplo motivador vem do Rio Grande do Sul, onde uma empresa desenvolveu um material para ser usado na sola do sapato que consegue inativar o coronavírus que entra em contato com ela.

Não vai demorar e essa tecnologia estará acessível a cada vez mais pessoas e fará parte do “look” da geração Covid-19.

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Juliane Isler, advogada, especialista em Gestão Ambiental, palestrante e atuante na Defesa dos Direitos da Mulher
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