Obesidade e diabetes: inimigas da luta pela redução de mortes por doença cardíaca

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Lembram-se de alguns anos atrás quando no Brasil foi cogitado o fim da dengue graças as várias quedas no número de casos da doença? Bom, hoje, com a epidemia de dengue, sabemos que a esperança de extinção deste mal não acontecerá mais, ao menos por enquanto. E, ao que parece, há grandes chances de vermos uma situação similar acontecer no mundo. É bem verdade que em nenhum momento foi cogitado seu desaparecimento, mas é fato que as ocorrências de morte por doenças cardíacas vinham caindo, 60% nos últimos 50 anos para ser mais exato, só que agora, mazelas cada vez mais presentes no século XXI como a obesidade e a diabetes ameaçam aumentar os casos de morte por doença cardíaca novamente.

O relatório da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), revelou que, mesmo com a diminuição no número de mortes por problemas cardiovasculares, essa ainda é a principal causa de morte nos 34 países membros da OCDE.

E a tendência é aumentar. Mais de 85 milhões de pessoas sofrem de diabetes e é esperado um aumento para 108 milhões até 2030. Quanto a obesidade, basta dizer que uma entre cinco pessoas sofre com o excesso de peso!!! O aumento dessas duas doenças no mundo afeta principalmente os mais jovens.

As chances de morrer de um acidente vascular cerebral ou ataque cardíaco varia muito de nação para nação. No Japão é de menos de 200 por 100 mil pessoas, enquanto que nos Estados Unidos é de quase 300 por 100 mil.

O relatório dá sugestões para que as nações realizem campanhas preventivas e impeçam que seus habitantes sofram de diabetes, obesidade e problemas cardíacos.

Entre eles realizar mais campanhas conscientizando a população dos benefícios de uma vida saudável para reduzir as taxas de mortalidade por problemas cardíacos e outros. Políticas anti-tabagismo e redução no consumo de sal, além de praticar exercícios físicos regularmente.

O relatório também aponta uma solução óbvia para diminuir a mortalidade sobre problemas cardíacos, melhorar os sistemas de saúde e garantir seu acesso as populações mais carentes, já que é sempre bom lembrar, muitos países não possuem um sistema de saúde pública.

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Fonte foto: wikipedia.org