16 de setembro: Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio

A data é comemorada no mesmo dia em que foi firmado o Protocolo Montreal, em 1987. Esse tratado da Organização das Nações Unidas, assinado por 197 países, teve origem na Convenção de Viena para a Proteção da Camada de Ozônio, realizada em 1985.

O Protocolo é considerado um dos melhores exemplos de iniciativas globais de proteção ambiental. Ele determina a diminuição da produção e consumo de substâncias que atacam diretamente a camada de ozônio.

Essa onda de proteção à camada veio na década de 1970, quando cientistas descobriram que ela vinha sendo progressivamente destruída pelo Homem. Em 1977, por exemplo, foi quando cientistas britânicos encontraram um buraco na camada acima da Antártida, resultado que foi seguido por outros que provavam que em todo o planeta ela estava se tornando mais fina.

A camada de ozônio é uma camada de gás localizada a uma distância entre 10 e 50 km da Terra. Devido à sua composição, as substâncias que lhe são mais prejudiciais são os óxidos nítricos e nitrosos, gás carbônico e, especialmente, os clorofluorcarbonos (CFCs). Sua principal função é garantir que os efeitos nocivos dos raios ultravioletas emitidos pelo sol sejam contidos e não atinjam as diferentes formas de vida que habitam o planeta.

Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, a perda de 1% da camada de ozônio provoca 50 mil novos casos de câncer de pele; e a maior incidência de raios ultravioletas também ataca o sistema imunológico e pode levar ao envelhecimento precoce e a problemas de visão.

Nesse contexto, o dia de hoje é dedicado à conscientização sobre a importância da camada de ozônio para a vida na Terra e às diferentes formas de evitar sua destruição.

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Fonte foto: wikipedia.org