O amor é fundamental para curar qualquer doença

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Dizem que o amor cura. E é verdade. Sem amor nada cresce, sem amor não há vida, sem amor não existe esperança, não existe motivo de cura. E a falta de amor é, inclusive, uma doença que se cura… amando.

Há de fato quem tenha estudado o assunto: “o amor na relação terapêutica e no processo de cura” é um artigo de Marina Pereira Rojas Boccalandro publicado no Pepsic (Periódicos Eletrônicos em Psicologia). Nele, a psicóloga clínica aborda as várias tipologias de amor e suas respectivas relações com o processo de cura. 

Um arquétipo misterioso

O amor é um misterioso conceito indescritível que, como diz Marina, segue sendo um enigma dentro da ciência. Mas este sentimento está estritamente ligado com a vida e com a vontade de viver, basta recordar-se de que, sem o amor sexual, não haveria vida. O amor é um arquétipo, talvez o mais importante para o homem. Sem ele a nossa espécie não teria evoluído, não teria transmitido e melhorado seus genes.

Pense no amor de pai e ou de mãe, que nos deu vida, nos alimentou, nos curou e nos fez crescer com saúde e vigor.

E o amor próprio? Sem ele todos tenderíamos ao suicídio ou, se preferir, pense no amor a Deus, ou no amor espiritual, aquele que nos faz pensar que a vida é uma dádiva a qual devemos agradecer e preservar.

E o amor fraterno, de amigo, irmão, que nos dá força e suporte para enfrentar as piores intempéries da vida?!

Amor, desamor e doenças

Dizem que a chave para transcender qualquer doença é o amor. Marina exemplifica o caso de uma paciente que buscava autocurar-se de uma doença autoimune imaginando-se amorosamente tratada, em cada uma de suas células doentes. O seu processo imaginário de cura, pelo emprego do amor, funcionava ou pelo menos facilitava a sua aceitação da doença através do autoconhecimento, o que lhe proporcionava melhor qualidade de vida.

Quando estamos doentes, sentimos a necessidade daquele amor básico e fundamental, que nos atendia quando éramos bebês, que queria a nossa recuperação. Mesmo adultos, talvez sem o amor materno que nos acuda, podemos recorrer ao amor próprio, ao amor universal, espiritual ou qualquer amor que seja, para evocarmos a vontade de estar bem, que nos dá força para seguir adiante.

O amor é a base, é a força. É continuidade, aceitação e gratidão. É saber ver luz onde há trevas, é dar-se a oportunidade de ser feliz.

A cura de todos os nossos males: internos, externos, particulares ou coletivos está ali, naquele chavinha chamada amor. Bastaria fazer virar essa chave para transcender qualquer maldade, qualquer doença, qualquer desgraça ou sofrimento. O caminho é longo, mas é possível! Mais amor!

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