1ª semana de gravidez: os sintomas e o que fazer

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Gravidez, o período de gestação humana que dura em média 40 semanas. Um estado de corpo e de espírito muito desejado e aguardado por algumas mulheres enquanto outras ficam grávidas sem querer e se desesperam: quais são os sintomas da gravidez, o que fazer agora?

Sintomas na 1ª semana de gravidez

Nessa altura, ainda não se sabe da gravidez pois a menstruação ainda nem atrasou e por isso ainda é cedo para fazer os testes de gravidez.

O corpo, apesar de estar sofrendo por grandes alterações, ainda não demonstra mudanças: a barriga não cresceu, o peso não mudou e não há nenhuma sensação de náusea.

Pode ocorrer um pouco de enrijecimento dos seios (que muitas vezes se confunde com os sintomas pré menstruais); um pouco de cansaço (mas nada que possa ser evidenciado como anormal) e até uma carga extra de energia dada a presença de estrogênio (mas nada demais aqui também).

Os hormônios da gravidez (estrogênio, progesterona, prolactina e ocitocina) já começaram a funcionar, mas não em uma intensidade que faça as mulheres se sentirem diferentes.

O que acontece na primeira semana de gravidez?

Durante a 1ª semana, o óvulo fertilizado migra da trompa de Falópio para o útero (nidação) que ocorre em torno do 5° dia e termina ao fim da primeira semana. Daí o embrião se fixa à parede do útero e pode iniciar o seu desenvolvimento. Nesta fase ainda pode funcionar a pílula do dia seguinte para quem não gostaria de engravidar. Se tomada antes (em até 72 horas da relação desprotegida) a pílula atua também para inibir as fases anteriores da nidação, ou seja, na ovulação e na fecundação.

No final da primeira semana de gestação, o embrião mede 0,1 mm.

Primeira semana de gravidez, o que fazer?

A primeira recomendação para quem tem a intuição de estar grávida, dado que os sintomas nesta fase ainda são muito sugestivos, é a ingestão de ácido fólico, importante na prevenção de defeitos do tubo neural (por exemplo, a espinha bífida) no feto. Estudos mostram maior eficácia se a ingestão começar ainda antes, ou melhor, dois meses antes da concepção.

Em todo caso, de gravidez desejada ou não, a recomendação óbvia e geral é procurar um médico seja para a prescrição do ácido fálico seja para a prescrição da pílula do dia seguinte. Gerar uma vida não é uma brincadeira. Todo o cuidado e respeito é necessário seja para a mamãe seja para o feto.

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