O Caminho do Sol: 240 km a pé ou de bike para saudar a natureza

caminho do sol

Realizar trilhas é um prazer que todo ser humano deveria experimentar ao menos uma vez na vida, independentemente do trajeto que escolha, as belezas da natureza podem fazer uma pessoa entender porque é tão importante preservar o meio ambiente. E, quando se trata de uma trilha com grandes “ensinamentos”, poucos percursos dizem mais do que o Caminho do Sol.

Localizada no interior de São Paulo, entre as cidades de Santana de Parnaíba até Águas de São Pedro, em um trajeto de 240 km que pode ser trilhado a pé ou de bicicleta. No caminho o andarilho, ou ciclista, encontra diversas atividades, como centros urbanos, plantações sem fim e fazendas históricas.

O passeio começa em um casarão do século 17, que fica no meio do famoso centro histórico de Santana Parnaíba e a caminhada prossegue com um festival de história e cultura caipiras. O Caminho do Sol também passa pelas cidades do Alto e Médio Tietê, rotas dos bandeirantes no período de colonização e fundação de vilas no interior, como os municípios de Itu, Salto, Pirapora e Cabreúva.

A altitude das estradas do Caminho do Sol variam entre 473 a 845 metros, mas nada que atrapalhe a curtição do passeio. Até mesmo a quietude durante o caminho ajuda a esquecer os altos e baixos do Caminho do Sol.

Após os Altos e Médios do Tietê, a cidade seguinte é Cabreúva 24 km depois do início e, a partir daqui, os centros urbanos vão ficando para trás, sendo substituído por fazendas, estradas de terra, plantações e todos os encantos que as cidades do interior de São Paulo podem oferecer.

Se você se interessou e deseja conhecer a trilha do Caminho do Sol, há roteiros fechados que são oferecidos aos visitantes, com saídas semanais sempre às quartas-feiras e conta com apoio técnico.

Esse passeio possui duração de 11 dias, ou seja, transforma os 240 km do Caminho do Sol em uma verdadeira viagem dentro da natureza, além de opção de hospedagem em hotéis, pousadas e até mesmo as casas dos moradores locais, que recebem seus convidados com toda a cortesia típica das famílias do interior, e que não é vista (não mesmo) na maioria das casas nas grandes cidades.

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