Mel Indígena do Xingu Recebe Prêmio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento

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mel Xingu

Os 100 apicultores das 39 aldeias indígenas que integram a Associação Terra Indígena do Xingu (Atix) - gente dos povos povos Kawaiwete, Kisêdjê, Ikpeng e Yydja que produzem mel certificado - foram premiados pelo PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

O Prêmio Equatorial 2017 incentiva a busca de soluções sustentáveis de iniciativa local em comunidades indígenas e tradicionais para combate à fome e a pobreza.

Neste ano foram reconhecidas 15 comunidades indígenas e tradicionais da África, América e Ásia.

O ISA (Instituto Socioambiental) apoia este projeto há duas décadas com a parceria do Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola) e diz que, "o mel produzido pelos índios do Xingu é uma das maiores referências em alternativa de geração de renda compatível com os povos da floresta“.

Este projeto “garante segurança alimentar para os povos locais e direciona os excedentes para a comercialização com critérios sociais e ambientais".

A cada ano são comercializadas 2 toneladas de mel com o selo Origens Brasil que também apresentam outros produtos produzidos no Xingu: a pimenta, o óleo de pequi e a meliponicultura (abelhas sem ferrão).

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Fonte foto: Marcelo Martins (ISA)