Com requintes de crueldade, touro é assassinado na primeira corrida pós lockdown

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Tortura não é cultura. Precisa ter sangue frio para ver os requintes de crueldade com que um touro foi assassinado na primeira corrida pós-lockdown.

Aconteceu em Ávila, a 80 quilômetros de Madri. Com uma plateia esvaziada, segundo o ANDA, um touro sucumbe aos maus-tratos do toureiro depois de ter sido torturado com crueldade indescritível. Sinceramente precisa ter estômago:

Vídeo desaconselhado para pessoas sensíveis

No entanto, é preciso divulgar. Tortura, crueldade, insensibilidade não pode ser considerado espetáculo, entretenimento ou cultura.

Durante a pandemia, com o encerramento das touradas, ativistas pelos direitos dos animais acreditaram que esse triste, grotesco show de horrores, tivesse fim:

Só que não, pois as autoridades preocupadas com o prejuízo financeiro (e não com a “cultura”) fizeram com que o show continuasse em detrimento do touro, do toureiro, do público, de tudo.

Até quando, meu deus, isso vai continuar?

O único modo de parar um “espetáculo” retrógrado, ultrapassado, cafona, fora de contexto é BOICOTAR touradas. Quem financia essa crueldade é o público.

Vergonha de quem vai, de quem defende, de quem ignorantemente ainda acredita nesse papo de cultura e tradição sem enxergar que a única coisa que interessa nesse mundo de egoísmo é o dinheiro.

Divulgue. Chega de crueldade. Tortura não é cultura.

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Ingressou no curso de Ecologia pela UNESP e formou-se em Direito pela UNIMEP. É redatora-chefe e co-founder de GreenMe Brasil.
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