Nunca é tarde para amar: a história de Dina, que escolheu o amor, no lugar da solidão

Nunca é tarde para amar: a história de Dina, que escolheu o amor, no lugar da solidão

O amor é um sentimento humano que não conhece barreiras nem preconceito.

Aberta para ele, uma senhora de 75 anos passou o último dia dos namorados, comemorado em 12 de junho, amando. Dina Maia encontrou o seu amado, Henrique Barbosa (84 anos), há três anos e, desde então, estão em clima de romance, informa o Só Notícia Boa. Ela, que é aposentada e mora em Santos, no litoral paulista, conheceu Henrique em um site de relacionamentos amorosos.

Foi Dina quem tomou a iniciativa de enviar uma mensagem para o atual namorado: “Olá, achei você muito simpático”. Ela tinha mesmo razão. Henrique respondeu à mensagem e engataram conversa. Romântica, Dina queria encontrar a sua “alma gêmea”, mas os demais perfis do site não se alinhavam com essa busca. Até que conheceu Henrique, começaram a conversar e saíram para tomar um café.

A aposentada conta que foi cautelosa e marcou o encontro em um local público, já que Henrique era um desconhecido. “É sempre bom ter cuidado. As pessoas têm a ideia de que porque tá velho não pode fazer mais nada, mas não é assim. Não é porque se está na terceira idade que a sexualidade não é presente no relacionamento”, esclarece Dina.

Ela se encantou por ele já no primeiro encontro. “Ele é um doce de pessoa. Me ajuda em tudo. Temos passeado bastante e sempre viajamos. Agora em agosto vamos em Poços de Caldas. Somos muito felizes“, celebra.

Dina ficou viúva há quinze anos e há sete não se relacionava com ninguém. Depois que o filho deixou de morar com ela, passou a se sentir muito só. Ele sugeriu que ela começasse, então, a estudar. Dina passou a cursar computação, quando conheceu o seu primeiro namorado, após a viuvez.

Dina dá um conselho às pessoas mais velhas: sejam felizes e não tenham vergonha de amar e viver a vida. “Eu me abri para o mundo e percebi que não tem idade para as coisas. Encontrei um namorado e um amigo”, aconselha.

Há pessoas que têm medo da felicidade em qualquer idade. Não é o caso de Dina, que escolheu o amor, no lugar da solidão, e a alegria, no lugar do comodismo.

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