Lula-gigante, muito rara e misteriosa, é encontrada em praia da África do Sul

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Durante uma caminhada em Golden Mile Beach, na Britannia Bay, no sudoeste da África do Sul, no início de junho, um casal encontrou uma lula-gigante (nome científico Architeuthis spp.) morta na areia da praia.

Raríssima, a lula provavelmente tinha mais de 4 metros de comprimento e pesava cerca de 330 kilos. Segundo um artigo publicado na revista Royal Society, as fêmeas dessa espécie de molusco podem chegar até 18 metros de comprimento.

Segundo reportagem do site Livescience, o casal filmou a lula e publicou nas redes sociais e a história chegou ao conhecimento do curador de invertebrados marinhos do Museu Iziko da África do Sul, que recolheu o animal para estudos.

O Museu publicou a informação em seu site:

“a mais recente adição à coleção de invertebrados marinhos da Iziko Museums da África do Sul é um espécime de lula-gigante muito rara, que apareceu na Golden Mile Beach em Brittania Bay – cerca de 150 km a noroeste da Cidade do Cabo – no domingo, 7 de junho de 2020.

Não é a primeira vez

Mas essa não é a primeira vez que o animal é encontrado.

Em 2015, uma lula gigante de cerca de 4 metros foi filmada próxima do porto da cidade de Toyama no mar do Japão. Impressionante a estrutura desse enigmático molusco.

Em 25 de junho de 2019, pela segunda vez na história, os pesquisadores gravaram imagens de uma lula-gigante viva – e muito curiosa – nas profundezas escuras de sua casa salgada e profunda. Graças ao trabalho de uma equipe de cientistas norte-americanos, as imagens foram feitas no Golfo do México, região marítima que fica ao sul dos Estados Unidos.

Há relatos de que no mar japonês, por várias vezes, elas ficaram presas nas redes de barcos de pesca e, enquanto morrem, pouco se tem de estudos científicos sobre a espécie.

Esses animais são tão misteriosos que o destaque fica para seus grandes olhos, mas os cientistas sequer conseguiram definir seu habitat e comportamento.

Por isso, qualquer informação sobre esse animal raro é importante. Atualmente, sabe-se muito pouco sobre como vivem e como protegê-los. É preciso avançar e quanto mais os pesquisadores aprenderem, mais capazes serão de ajudar a proteger estes gigantes da natureza.

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Juliane Isler, advogada, especialista em Gestão Ambiental, palestrante e atuante na Defesa dos Direitos da Mulher
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