Após 6 meses da chegada do novo coronavírus, o pior ainda está por vir

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Há 6 meses, o novo coronavírus chegou para mudar completamente as vidas de todas as pessoas do planeta.

Lockdown, quarentena, máscaras, álcool em gel passaram a ser a nova normalidade. Ainda que em alguns países as normas de segurança sanitária tenham sido seguidas com rigor, não há garantias de que esse “modus operandi” irá proteger as pessoas por muito tempo.

De acordo com o diretor-geral da Organização Mundial de Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, “o pior ainda está por vir”, como informou o jornal italiano La Reppublica. Para ele, a pandemia do coronavírus dividiu o mundo. A politização da pandemia fez o vírus se espalhar mais facilmente, contaminando milhões de pessoas.

Origem do vírus

A OMS enviará uma equipe de pesquisadores à China para iniciar uma investigação sobre as origens do vírus que nos virou do avesso. O SARS-CoV-2 ainda tem muita liberdade movimento e os países precisarão aprender a lidar com essa realidade. Ghebreyesus afirmou que esse “é o novo normal” com o qual todos terão que se habituar.

Ele completou, ainda, dizendo que:

Faz seis meses desde que a OMS recebeu os primeiros relatos de um grupo de casos de pneumonia de causa desconhecida na China. O aniversário de seis meses da epidemia coincide com a realização de 10 milhões de casos de Covid-19 e 500.000 mortos. É hora de todos nós refletirmos sobre o progresso que fizemos e as lições que aprendemos e nos recomendarmos a fazer tudo o que pudermos para salvar vidas”.

A pandemia de Covid-19 mostrou o melhor e o pior da humanidade. Ao mesmo tempo em que assistimos a ações de solidariedade, vemos um absoluto descaso com a vida humana, seja por desinformação, seja pela negligência de alguns líderes políticos.

Ghebreyesus lamentou a situação, mas foi categórico ao dizer que:

“Com esse ambiente e nessas condições, não estamos otimistas. Um mundo dividido ajuda o vírus a se espalhar”.

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É doutora em Estudos de Linguagem, já foi professora de português e espanhol, adora ler e escrever, interessa-se pela temática ambiental e, por isso, escreve para o GreenMe desde 2015.
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