Fosfoetanolamina sintética liberada para pacientes de neoplasia maligna

Fosfoetanolamina

O uso da fosfoetanolamina sintética foi autorizada pela presidenta Dilma Roussef que sancionou a lei onde se prevê que os pacientes de câncer que queiram fazer uso desta substância, apesar da mesma ainda não ser liberada pela Anvisa, o poderão fazer mediante a assinatura de um termo de compromisso e responsabilidade.

A Lei nº 13.269 foi assinada em 13 de abril de 2016 e autoriza o uso para pacientes de comprovada neoplasia maligna, que deverão apresentar laudo médico e assinar o termo de responsabilidade. A lei em questão define como de “relevância pública o uso deste sintético e permite a sua produção, manufatura, importação, distribuição, prescrição, dispensação, posse ou uso da fosfoetanolamina sintética, independente de registro sanitário, em carácter excepcional, enquanto estiverem em curso os estudos clínicos acerca da substância”. Esclarece que, “a produção, manufatura, importação, distribuição, prescrição e dispensação da fosfoetanoolamina sintética somente é permitida aos agentes regularmente autorizados e licenciados pela autoridade sanitária competente”. Leia aqui a íntegra da lei assinada, caso seja do seu interesse. 

A questão, muito controversa, do uso da fosfoetanolamina sintética, vem sendo discutida amplamente e até levou a processo o químico que a formulou. Trata-se do químico pesquisador Dr. Gilberto Orivaldo Chierice da UFSCAR, que até poucos meses atrás, por ordem judicial, produzia o sintético em laboratório da universidade e o distribuía gratuitamente aos doentes que dele já faziam uso ou que queriam experimentar.

 

Ainda não estão concluídos todos os testes que definem se uma substância pode ou não ser fabricada, e vendida, como medicamento. Também há controvérsia sobre a questão de patentes e o pesquisador já sofreu vários tipos de pressão por parte da indústria farmacêutica que nunca tem interesse em fabricar um medicamento que seja realmente barato mas, ao que parece, muitas pessoas se curaram de câncer de diversos tipos fazendo uso da fosfoetanolamina sintética.

Ação da fosfoetanolamina

A ação da fosfoetanolamina natural é reconhecida desde o início do século XX, 1936, na sua capacidade de eliminar tumores cancerosos. Na década de 1970 foram feitas mais uma série de pesquisas sobre seus efeitos positivos em tratamentos de câncer. Desde o final da década de 1980 que a fosfoetanolamina é sintetizada pelo Dr. Gilberto e, desde então, pacientes voluntários vêm experimentando com sucesso esse elemento.

 


A atual liberação da lei, sancionada pela presidência da República, vai de encontro aos interesses de vários pacientes que tiveram seus tratamentos interrompidos pela posição da USP quanto à sua produção, que denunciou o Dr. Gilberto de curandeirismo em uma ação de representação criminal. 

E as pesquisas continuam para poder, em futuro próximo, ofertar à humanidade um medicamento realmente eficaz e eficiente que ajude aqueles que padecem de diversos tipos de câncer e também aos que sofrem de epilepsia, isquemia e alzheimer.

Leia aqui e aqui importantes informações sobre este que promete ser um medicamento barato e realmente eficaz contra vários tipos de câncer e ajude a divulgar esta notícia que tem interesse urgente para todo aquele que padece.

Veja abaixo algumas declarações de pacientes de câncer feitas no Congresso durante a discussão da lei:

 

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