Sociedade

Bombeiros de Brumadinho vão socorrer vítimas de ciclone na África!

Bombeiros de Brumadinho
  • por Deise Aur

Na segunda-feira, 25, a ONU pediu US$ 282 milhões (aproximadamente R$ 1 bilhão) de ajuda financeira para dar assistência nos próximos três meses à Moçambique, que foi a região mais devastada pelo ciclone que ocorreu na região, a uma velocidade de aproximadamente 200 quilômetros por hora.

Bolsonaro quer, mas não pode festejar golpe militar

Jair Bolsonaro
  • por Gisella Meneguelli

Embora a democracia brasileira esteja cambaleando, ao menos constitucionalmente ainda somos um Estado de Direito. Entre muitas coisas, isso significa que ninguém, nem mesmo o Presidente da República, pode fazer o que lhe der na telha.

Brasil e Nova Zelândia: 2 atentados similares e 2 visões políticas opostas

Jacinda Ardern
  • por Gisella Meneguelli

Brasil e Nova Zelândia, dois países tão distantes e, aparentemente, com quase nada em comum, a não ser terem passado por um mesmo tipo de experiência este mês: um atentado com arma de fogo. O que o Brasil pode aprender com a maneira como o país da Oceania está lidando com esse trauma?

Pela primeira vez uma mulher ganha o prêmio Abel, o 'Nobel' da matemática

Karen Uhlenbeck
  • por Eliane A Oliveira

A matemática é finalmente uma mulher! 18 anos após a sua criação, o prêmio Abel, um dos mais prestigiados prêmios de matemática, também conhecido como o Prêmio Nobel de Matemática, é concedido a uma mulher. Ela é a norte-americana Karen Uhlenbeck, conhecida por suas contribuições no cálculo de variações, e hoje sanciona o direito à igualdade de gênero mesmo em disciplinas científicas.

Nunca fomos tão infelizes, revela pesquisa

infelicidade
  • por Gisella Meneguelli

Que o Brasil está passando por uma maré de infortúnios é evidente. A tal ponto que atingimos o ápice da infelicidade, em 2018.

Propaganda enganosa, dízimos em troca de bênçãos divinas: tá tudo proibido em Angola

pastor-igreja
  • por Gisella Meneguelli

As chamadas igrejas neopentecostais parecem uma epidemia: proliferam-se em progressão geométrica sem que prestem contas de sua atuação e de seus recursos. Não que as demais instituições religiosas – como a católica – não façam o mesmo, mas a proliferação dessas igrejas a cada esquina faz pensar quem as financia, com qual intuito e por que seus recursos não são declarados?