Good Country Index: Irlanda em 1º lugar e Brasil é o 5º mais sustentável

Good Country Index

Um ranking chamado “Good Country Index” – Índice de Bom País, em livre tradução – foi publicado e trouxe dados muito interessantes sobre 125 nações do mundo.

A preocupação do levantamento, feito por Simon Anholt, especialista em política, foi a de mostrar como cada nação pesquisada contribui para a sustentabilidade do planeta, e o bem da humanidade. A grande questão levantada pelo estudioso é a seguinte: “As políticas e negócios de cada nação são realizadas em favor de seus cidadãos, ou fazem parte de um contexto maior que beneficia toda a humanidade e planeta?"

Como é feito o Good Country Index

Anholt chegou ao resultado de sua investigação, baseando-se em diversos dados do Banco Mundial, da Organização das Nações Unidas, bem como de outras organizações importantes de todo o mundo.

Os aspectos analisados no ranking são:

* Ciência e tecnologia;

* Cultura;

* Paz e Segurança internacional;

* Ordem mundial;

* Planeta e Clima;

* Prosperidade e Igualdade;

* Saúde e Bem-estar.

Irlanda é destaque absoluto

Na primeira edição do estudo, a Irlanda foi o grande destaque, na primeira colocação. Foi muito bem avaliada em todos os quesitos contemplados pelo Good Country Index, com destaque para o tópico Prosperidade e Igualdade, o qual lidera, e em Ordem mundial, em que ocupa a 4ª colocação.

O Top 10 entre os “Bons Países”...

Além da Irlanda, completam as 10 primeiras posições:

2º Finlândia;

3º Suíça;

4º Holanda;

5º Nova Zelândia;

6º Suécia;

7º Grã-Bretanha;

8º Noruega;

9º Dinamarca;

10º Bélgica

... E os recordistas negativos

Os três últimos são o Iraque (123º), o Vietnã (124º) e a Líbia (125º), cujo posicionamento se motivou pelo fato da ocorrência frequente de violentos conflitos, além da desigualdade social desses povos.

Brasil: ponto para a sustentabilidade

No caso do Brasil, boas e más notícias. Do lado positivo, temos o quesitoPlaneta e Clima”, o qual ocupa a 5ª colocação, por suas iniciativas voltadas pela produção de energia limpa – consideram, apesar de polêmico, a energia hidrelétrica como sendo limpa e renovável – além de políticas e negócios voltados para o meio ambiente. Outro ponto de destaque é “Ordem Mundial”, na 37ª colocação, por suas ações de intervenção internacional, pró-refugiados. Em termos de Cultura (49º) a criatividade brasileira é ressaltada e a Ciência e Tecnologia (75º) há muitos elogios sobre os brasileiros ocupando centros de pesquisa no mundo.

Já a notícia ruim fica por conta do aspecto “Prosperidade e Igualdade”, em que está na antepenúltima posição do levantamento (123º).

Veja o ranking completo clicando aqui.