Papa Francisco agradece MST por produzir e doar comida aos pobres durante a pandemia

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O Movimento Sem Terra (MST) é o maior produtor de comida justa do Brasil. Muita gente não sabe que é ele o principal produtor de arroz orgânico da América Latina.

Em razão dessa produção limpa e solidária, que foi compartilhada com famílias pobres durante a epidemia de Covid-19 no Brasil, o papa Francisco fez um agradecimento oficial à organização, informou a agência de notícias católica Vatican News.

O cardeal Michael Czerny, subsecretário da Seção de Migrantes do Dicastério do Desenvolvimento Humano Integral, enviou o texto ao MST no Dia dos Trabalhadores Rurais, celebrado no dia 25 de julho. De acordo com o Terra, o pontífice teceu elogios ao trabalho baseado no “apoio mútuo” que o MST realiza e que foi reforçado durante a epidemia para ajudar os mais vulneráveis.

O papa Francisco, que agradeceu formalmente o MST pelo “bonito gesto de distribuição”, explicou que a ação da entidade

” é um sinal do Reino de Deus que gera solidariedade e comunhão fraterna. A partilha produz vida, cria laços fraternos, transforma a sociedade. Desejamos que este gesto de vocês se multiplique e anime outras pessoas e grupos a fazerem o mesmo, pois ‘Deus ama a quem dá com alegria”.

O líder dos católicos encerrou a sua mensagem abençoando as famílias que perderam seus parentes para a Covid-19 e, também, todos aqueles que trabalham na terra e partilham o alimento:

“E neste dia dos agricultores, que o nosso Bom Deus proteja e abençoe todas as famílias que trabalham na terra e lutam pela partilha da terra e pelo cuidado de nossa casa comum”.

O MST já distribuiu mais de 2,5 mil toneladas de alimentos desde o início da pandemia. São atitudes assim que devem inspirar a todos para a reconstrução do século XXI. Como diz o historiador israelense Yuval Noah Harari:

“o verdadeiro antídoto para epidemias não é a segregação, mas a cooperação”.

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É doutora em Estudos de Linguagem, já foi professora de português e espanhol, adora ler e escrever, interessa-se pela temática ambiental e, por isso, escreve para o GreenMe desde 2015.
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