Cirque du Soleil: o famoso circo sem animais decreta falência por cancelamento de shows

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Há 36 anos, o Cirque du Soleil vem levando a beleza e a magia da arte circense para o mundo. Entretanto, por causa da pandemia do novo coronavírus, as cortinas do espetáculo podem nunca mais se abrir.

O Cirque du Soleil foi fundado em 1984, no Canadá, para levar ao mundo espetáculos que misturam circo, dança, música e efeitos audiovisuais.

Nessa segunda-feira (29), a empresa, sediada em Montreal, anunciou que entrou em um programa de recuperação judicial no Canadá para evitar a falência. De acordo com o G1, a produtora de espetáculos está amparada por uma lei que prevê ajuda a empresas com dívidas acima de US$ 5 milhões para que elas possam seguir com os seus negócios.

A medida precisou ser tomada após o cancelamento de vários espetáculos por causa do novo coronavírus. Desde março, 44 espetáculos foram suspensos.

A produtora precisou demitir 3.480 trabalhadores funcionários e estima-se que esteja com uma dívida de US$ 1 bilhão. O grupo fez um acordo com os seus atuais acionistas, fundos americanos e chineses, bem como a Caisse de depot et placement du Quebec, com vistas a seu leilão.

O CEO da empresa, Daniel Lamarre, disse em um comunicado que:

“Nos últimos 36 anos, o Cirque du Soleil foi uma organização altamente lucrativa e de sucesso. Isso permite que as pessoas que desejam assumir o negócio avancem”.

Ele disse que os atuais acionistas apresentaram uma proposta de compra e investimento de US $ 300 milhões para garantir a sobrevivência da trupe circense.

De acordo com o jornal francês Le Figaro, esse tipo de compra, conhecida como “Stalking Horse”, prevê a aquisição de quase todos os ativos do Grupo Cirque du Soleil em dinheiro e por dívida, além da criação de dois fundos no total de US $ 20 milhões para fornecer assistência adicional aos funcionários afetados e empresários independentes do circo.

Estamos na torcida pela sua recuperação. Quem viu este circo sabe da grande perda que seria o fim deste espetáculo de artistas de todos os tipos, com performances das mais variadas e o melhor, sem algum tipo de exploração animal.

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É doutora em Estudos de Linguagem, já foi professora de português e espanhol, adora ler e escrever, interessa-se pela temática ambiental e, por isso, escreve para o GreenMe desde 2015.
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