Festival de Yulin não acabou e o comércio de carne de cães continua na China

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Embora o governo chinês tenha retirado os cães e gatos da lista de animais comestíveis na China, o Festival de Yulin, conhecido pelo comércio de carne de cachorro, continua acontecendo e os cães continuam sendo comercializados no mercado negro.

Na semana passada, ativistas chineses conseguiram resgatar alguns cães que estavam presos em gaiolas, pois eles seriam abatidos, mesmo com a proibição do Ministério da Agricultura da China sobre o consumo da carne desses animais. Na ocasião, uma das ativistas relatou sua experiência ao retirar os cãezinhos das gaiolas.

Agora, um outro ativista, Davide Acito, coordenador do Projeto Animal Action, lamenta que esse crime continue acontecendo, pois apesar da proibição do governo, não há uma punição severa para quem o comete e, sendo assim, o Festival de Yulin continua acontecendo.

Segundo informações do programa televisivo Le Iene, da Itália, Davide Acito lamentou o fato de o mercado de carne não ter parado. Às vésperas do Festival de Yulin, Davide e seu grupo de ativistas tentaram resgatar o máximo de cães que puderam, mas isso não foi suficiente para fazer o mercado parar.

Apesar dos restaurantes de luxo estarem paralisados,

“99% da carne é vendida como comida de rua ou de outras formas no mercado negro”, disse Acito.

Segundo ele, a situação parece pior do que no ano passado e as imagens dos cães presos nas gaiolas não param de chegar.

Além disso, um novo surto de coronavírus foi registrado no mercado de Pequim e, sobre isso, Davide diz ser inaceitável existir o bloqueio de um lado da China, enquanto no outro é celebrada a tortura e comilança de carne de cachorro, sem qualquer punição ou segurança alimentar.

A edição do Festival de Yulin deste ano, teve início no último domingo dia 21 e vai até o dia 30 de junho. Na internet é possível ver diversas imagens dessa crueldade.

Ativistas de todo mundo realizam campanhas e abaixo-assinados para acabar com essa matança, na tentativa de eliminar de vez um costume que não faz mais sentido para uma sociedade que se diz civilizada. Contudo, infelizmente parece que isso está longe de ter fim…

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Formada em Administração de Empresas e apaixonada pela arte de escrever, criou o blog Metamorfose Ambulante e escreve para GreenMe desde 2018.
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