16 de setembro: Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio

Dia Internacional para a Preservação da Camada de Ozônio

Uma espécie de ‘filtro’ natural, que protege a superfície de nosso planeta, contra a incidência de radiação solar direta. Com toda essa importância, tínhamos de ter um dia para celebrar a Camada de Ozônio, não é mesmo? Pois bem, hoje, dia 16 de setembro, temos o Dia de Preservação à Camada de Ozônio e, o melhor de tudo: com amplas razões para comemorar a data!

Vitória planetária

A Camada de Ozônio tem obtido uma recuperação histórica, a maior das últimas três décadas e meia; o que só está sendo possível, porque há esforço no cumprimento das metas do Protocolo de Montreal.

Um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) revela que no período entre os anos de 2000 a 2013 houve um crescimento da ordem de 4% no planeta, localizado em latitudes norte a cerca de 48 km de altura. Desde o começo da verificação, em 1980, esse movimento jamais foi constatado.

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Brasil fica bem na foto

O Brasil foi peça fundamental nesse processo, já que, tendo aderido ao Protocolo de Montreal ainda em 1990, superou as metas designadas nacionalmente. Em 2010 zerou a emissão de clorofluorcarbonetos (CFC) e no ano seguinte formulou o Programa Brasileiro de Eliminação dos HCFC. Então, houve o congelamento de consumo de hidroclorofluorcarbonos (HCFC) em 1.327 toneladas de PDO, ambas substâncias nocivas à Camada de Ozônio. O país conseguiu chegar a 1.189,25, ou seja, menos 138 toneladas do nível da meta.

Por que a Camada de Ozônio é destruída?

A destruição do chamado “escudo natural da Terra” se dá porque são lançadas no ar diversas substâncias químicas sintetizadas, que são compostas, em sua maioria por Hidrogênio, Bromo, Cloro e Flúor, tendo diversos usos na indústria, como na produção de espuma para autopeças e colchões /estofados e os fluidos refrigeradores.

Mensagem da ONU

“Um dos mais bem-sucedidos tratados ambientais da história”. É assim que a ONU se refere ao Protocolo de Montreal, que conseguiu uma ratificação recorde: 197 países.

Em 25 anos de história, esse acordo já conseguiu muitas mudanças de hábito, baseadas em comprometimento internacional, o que tem sido de grande apoio para o combate ao aquecimento global.

Fonte foto capa: korabox.ru